Facebook Twitter RSS
magnify
Home Dicas da Mila Dicionário Automotivo: saiba tudo sobre seu carro
formats

Dicionário Automotivo: saiba tudo sobre seu carro

Dicionário-Carros

Sabe tudo sobre carro ou ainda fica em dúvida sobre alguns nomes de peças e termos do setor automotivo? Para te ajudar, separamos um verdadeiro dicionário para esclarecer tudo que, por ventura, você ainda não saiba sobre seu veículo. Fique atento aos termos e aos seus significados:

Aerofólio: Peça instalada na carroceria com função aerodinâmica, que tem a finalidade de ajudar a manter o veículo pressionado contra o chão quando está em movimento. Nos carros de corrida, por exemplo, seu desempenho é fundamental, pois sem utilizar os aerofólios eles simplesmente decolariam ao atingir grandes velocidades.

Alternador: Trata- se um gerador de corrente alternada que é transformada em corrente contínua por componentes eletrônicos, e é acionado por uma correia ligada ao motor. A bateria é recarregada graças ao seu funcionamento, com isso, ela fornece a energia que alimenta faróis, lanternas, ar-condicionado, vidros elétricos, rádio e CD player e outros acessórios elétricos no veículo.

Amortecedor: Equipamento que integra o sistema de suspensão do automóvel. Instalado junto com as molas, em cada uma das rodas, compensa o balanço, absorve as oscilações da carroceria e é responsável por manter as rodas do carro sempre em contato com o chão diante das diferentes superfícies e irregularidades que podem surgir na via.

Barra Estabilizadora: Também conhecida como rolling, limita a inclinação lateral do veículo nas curvas. Com o auxílio dessa barra, a suspensão pode ser mais macia e, consequentemente, fornecer maior conforto sem comprometer a estabilidade do veículo nas curvas.

Bobina: Componente do sistema elétrico que gera uma corrente de alta tensão a partir da menor corrente de energia contínua da bateria para o distribuidor, que se encarrega de fornecer a faísca necessária para iniciar a combustão da mistura ar e combustível no interior do motor.

Bomba d’água: Presente nos motores refrigerados à água, é o equipamento que faz o líquido se movimentar pelo motor para resfriá-lo. Retira o fluido quente do bloco e o leva para o radiador, que tem a função de resfriá-lo. Faz funcionar o alternador.

Bomba de Combustível: Equipamento que leva o combustível até o motor pela linha de alimentação. A movimentação de uma membrana elástica chamada diafragma dentro da bomba produz a sucção que impulsiona o combustível para o carburador, se for o caso, ou para o sistema de injeção. Existem dois tipos de bomba: a elétrica e a mecânica.

Câmbio: Existem dois tipos de câmbio: o automático e o manual. O câmbio automático dispensa a embreagem e seu pedal, e pode ter até seis marchas.  O câmbio manual pode ter até seis marchas, mais a marcha ré. Para fazer trocas entre as marchas é indispensável o uso do pedal de embreagem.

Carburador: Dispositivo que regula a mistura ar/combustível na dose certa para o motor. Nos carros mais modernos, foi substituído pela injeção eletrônica.

Cilindros de Válvulas: Aberturas no bloco do motor nas quais os pistões deslizam, subindo e descendo de acordo com a explosão e o movimento do virabrequim. As válvulas de admissão e de escape servem para permitir a entrada da mistura ar/combustível e deixar sair os gases resultantes da queima dessa mistura, respectivamente.

Comando de Válvulas: Eixo controlador do movimento das válvulas de admissão e escape. Acionado pelo virabrequim, através da correia dentada, engrenagens ou corrente, possui excêntricos que determinam precisamente qual válvula deve abrir ou fechar naquele instante, obedecendo a uma sequência correta.

Correia dentada: A correia dentada transmite o movimento pela tração exercida pelos dentes da correia sobre os dentes da polia. Tem a função de transmitir a rotação do virabrequim para o eixo que comanda as válvulas do motor, sem que haja um deslizamento da correia na polia.

Diferencial: É um componente que faz os eixos das rodas motrizes se movimentarem em velocidades diferentes. É composto de engrenagens cônicas, coroas e satélites que se interligam criando a geometria de raios menores e maiores, que possibilita o giro do carro, amenizando também o desgaste dos pneus.

Direção: Pode funcionar a partir de dois sistemas: mecânico ou servo-assistido. As do segundo tipo podem ser hidráulicas ou eletro-hidráulicas. Nesses casos, uma bomba hidráulica suaviza o movimento e diminui o esforço que o motorista faz para virar a direção.

Embreagem: Existente nos veículos com câmbio manual e nos semiautomáticos, a peça intermediária que liga o motor à caixa de câmbio é composta por um platô, disco e a carcaça que gira na mesma rotação do motor. Quando o pedal é acionado, o disco é liberado, girando por inércia e permitindo troca de marcha nesse intervalo de tempo. Nos carros de transmissão automática, a embreagem não existe.

Filtros: Utilizados em todos os veículos, têm o objetivo de reter partículas e outras sujeiras que possam prejudicar o desempenho dos componentes que protegem. O filtro de ar serve para reter poeira e partículas maiores que são puxadas pela aspiração do motor. Os filtros de óleo têm a função de eliminar as impurezas que existam nos líquidos.

Freios: Há dois tipos: a disco e a tambor. O freio a disco funciona quando duas pastilhas prendem o disco que acompanha o movimento da roda. No freio a tambor, a pressão das lonas alojadas no seu interior faz com que este pare a roda. O funcionamento dos freios depende do fluido de freio e do estado dos discos, pastilhas, lonas e tambores. O fluido deve ser trocado a cada 30000 quilômetros, e as pastilhas e lonas, no mínimo a cada 15000.

Freios ABS: O sistema de freios ABS oferece mais segurança nas frenagens graças a um dispositivo eletrônico que modula a pressão do fluido de freio nas rodas, impedindo que travem em freadas bruscas. Funciona comandado por uma unidade de controle, instalada perto do motor e ligada a quatro sensores, conectados a cada roda. Quando o pedal do freio é acionado, os sensores fazem a leitura da velocidade das rodas. A unidade de controle calcula qual roda deve girar mais devagar ou mais rápido para evitar uma derrapagem. Por isso ele é mais eficaz.

Fusível: Serve para proteger os circuitos elétricos de danos, em caso de fluxo de carga excessivo.

Ignição Eletrônica: A ignição começa o processo da queima da mistura entre ar e combustível comprimida pelo pistão. Substitui os distribuidores convencionais por mapas eletrônicos, com resultado mais eficiente que a ignição convencional.

Injeção Eletrônica: A central eletrônica comanda a mistura ar/combustível em quantidades quase ideais. A dosagem do combustível com o ar pelo sistema eletrônico dispensa a regulagem manual.

Junta do cabeçote: Equipamento que resiste às altas temperaturas da câmara de combustão e à pressão, sem ficar incandescente nem provocar vazamentos. Posicionada entre o bloco e o cabeçote do motor, é composta por uma camada de amianto coberta por duas chapas de cobre. Sua forma reproduz com exatidão os vários perfis encontrados no cabeçote, que fornecem um apoio com vedação hermética para as câmaras de combustão, passagens de água e de óleo sob pressão, furos de retorno do óleo e condutos para as varetas das válvulas.

Junta Homocintética: A junta homocinética é usada para unir os semieixos às rodas estressantes nos carros que possuem tração dianteira. Sua articulação angular permite a movimentação das rodas de maneira uniforme.

Motor: Responsável por transformar energia em movimento, gerando os cavalos (cv = cavalo-vapor) e o torque (a força de tração). Seus principais componentes são: cárter, que é reservatório de óleo; bloco, que abriga o virabrequim e os pistões; cabeçote, que é a parte superior e sede da câmara de combustão; válvulas, eixo do comando de válvulas, e seus assistentes, como velas e bicos injetores.

Motor de arranque: Equipamento que transforma a energia elétrica da bateria em energia mecânica, transmitida ao motor para o início do seu funcionamento. Ao se ligar o carro, o motor de partida faz girar uma roda dentada instalada no volante do motor para que este entre em funcionamento.

Óleos: São substâncias lubrificantes usadas para diminuir o atrito entre peças móveis do motor e do câmbio. São fundamentais para o bom funcionamento do veículo. Existem diferentes tipos dentro de uma classificação técnica, podendo ser de origem mineral ou sintética.

Platinado: Conjunto de peças que abre e fecha o circuito de ignição. Sua função é distribuir a energia elétrica para as velas na queima da mistura ar/combustível nos cilindros.

Radiador: Parte do sistema de arrefecimento do veículo, realiza as trocas de calor entre ar e água ou ar e óleo, mantendo o motor e seus componentes em uma temperatura ideal de funcionamento.

Suspenção: Controla a estabilidade, trepidação, oscilação e flutuação das rodas em contato com as irregularidades da via. Suas peças fundamentais são amortecedores e molas.

Tração: Gerada pelo motor, é a força que impulsiona um veículo. Ela passa às rodas pelo sistema de transmissão e pode ser de três tipos: dianteira, traseira ou integral, conhecida como tração nas quatro rodas.

Turbo: Motor turbinado é um motor mais potente devido a instalação de um turbocompressor. A diferença entre os motores aspirado e turbo está exatamente na forma como o ar é admitido no motor. No aspirado, o ar é sugado pelo movimento dos pistões, a função do turbo é forçar grande volume de ar para dentro dos cilindros, por meio de uma turbina ou por um compressor mecânico . Com mais ar no motor, há um aumento da energia gerada no momento da explosão dentro do cilindro, aumentando a potência proporcionalmente de 40% a 80%.

Vela: É a unidade responsável por provocar a ignição da mistura ar/combustível dentro do cilindro e, em consequência, sua explosão.

Para conhecer as melhores ofertas da Volkswagen, acesse nosso site e siga-nos no Facebook e Twitter.

 
 Share on Facebook Share on Twitter Share on Reddit Share on LinkedIn
No Comments  comments 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *